BRASIL

28.03.20 BRASIL
ALDO ROSA NA CAMPANHA CORONAVÍRUS NA CIDADE
Aldo Rosa, Coordenador da Campanha Coronavírus na Cidade, alerta: “Milhares de carentes precisam de nossa ajuda, colabore com doações de material de higiene, limpeza e cestas básicas. Pratique a solidariedade!”. Saiba como fazer as doações pelo SITE oficial: coronavirusnacidade.org/doacoes 🇧🇷 #CoronavírusNaCidade


26.03.20 BRASIL
SAÚDE LIBERA MAIS R$ 600 MILHÕES PARA AÇÕES DE COMBATE AO CORONAVÍRUS
Mais R$ 600 milhões estão sendo liberados para estados e municípios a fim de reforçarem o plano de contingência para o enfrentamento da pandemia de coronavírus (covid-19). Outros R$ 400 milhões já haviam sido enviados a todos os estados este mês. A orientação do Ministério da Saúde é que cada estado defina com as prefeituras os valores destinados a cada município. O dinheiro poderá ser utilizado em ações de assistência, inclusive para abertura de novos leitos ou custeio de leitos já existentes nos estados e municípios.

“Nós vamos repassar R$ 600 milhões aos municípios de acordo com a pactuação local. Cada estado vai fazer hoje a sua divisão, de como vai fazer a alocação dos recursos”, disse o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Segundo ele, a partir desta quinta-feira (26), os estados devem informar o ministério sobre os municípios com atendimento de maior complexidade. “A partir disso, a gente repassa o recurso para que os municípios utilizem da melhor forma possível no que houver necessidade”, explicou o ministro. De acordo com o ministério, a distribuição do recurso é proporcional ao número de habitantes de cada estado, que deverá definir os locais de atendimento de maior complexidade e, assim, maior necessidade de reforço orçamentário.

“São, no mínimo, R$ 2 e, no máximo, R$ 5 por habitante. Na semana passada, o Ministério da Saúde já havia destinado R$ 432 milhões para auxiliar os estados e municípios no enfrentamento da pandemia”.

Isolamento social
Sobre as medidas para contenção do coronavírus, o ministro Luiz Henrique Mandetta destacou a necessidade de um trabalho coletivo, com órgãos diversos.

“Quarentena sem prazo determinado para terminar vira uma parede na frente das necessidades das pessoas que precisam comer, que precisam abastecer suas casas, que precisam ir aos supermercados e que precisam ir e vir, porque isso faz parte da própria sobrevivência”, disse.

CONEXÃO POLÍTICA


24.03.20 BRASIL
PRONUNCIAMENTO DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO SOBRE O CORONAVÍRUS
O presidente da República Jair Bolsonaro usou as redes de comunicação do país para mais um pronunciamento oficial relacionado à pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Novamente, o chefe de Estado minimizou os efeitos da doença que já matou 18.615 pessoas pelo mundo, além de 46 brasileiros, e garantiu que é hora de as pessoas fora do grupo de risco voltarem à vida normal. “Nossa vida tem que continuar, os empregos devem ser mantidos, o sustento das famílias deve ser preservado, devemos, sim, voltar à normalidade. Algumas poucas autoridades, estaduais e municipais, devem abandonar o conceito de terra arrasada, a proibição de transportes e o fechamento de comércio e o confinamento em massa”, garantiu. Segundo ele, apenas um pequeno grupo de pessoas deve se manter atenta ao vírus, já que na maioria, inclusive nele próprio, os sintomas seriam de uma “gripezinha” ou um “resfriadinho”.“O que se passa no mundo tem mostrado que o grupo de risco é o das pessoas acima dos 60 anos, então por que fechar escolas? Raros são os casos fatais de pessoas sãs com menos de 40 anos. Noventa por cento de nós não teremos qualquer manifestação, caso se contamine. Devemos, sim, ter extrema preocupação em não transmitir o vírus para os outros, especialmente nossos pais e avós, respeitando as orientações do ministro da Saúde (Luiz Henrique Mandetta). No meu caso, em particular, pelo meu histórico de atleta, caso fosse contaminado pelo vírus, não precisaria me preocupar, nada sentiria, ou se muito, seria acometido de uma gripezinha ou um resfriadinho”, continuou. De acordo com Jair Bolsonaro, a imprensa fez o papel de espalhar o pânico e a histeria entre os brasileiros, conforme a situação dramática vivida pela Itália se agravava. “Tínhamos  que conter, naquele momento, o pânico, a histeria e ao mesmo tempo traçar a estratégia para salvar vidas e evitar o desemprego em massa. Assim fizemos, quase contra tudo e contra todos. Grande parte dos meios de comunicação foram na contramão, espalharam exatamente a sensação de pavor, tendo como carro-chefe o anúncio do grande número de vítimas da Itália. Um país com um grande número de idosos e com um clima totalmente diferente do nosso. O cenário perfeito, potencializado pela mídia, para que uma verdadeira histeria se espalhasse pelo nosso país”, disse.Ainda segundo o presidente da República, o país se prepara para a pandemia desde o resgate de um grupo de brasileiros em solo chinês. “Desde quando resgatamos nossos irmãos em Wuhan, na China, numa operação coordenada pelos ministérios da Defesa e Relações Exteriores, surgiu para nós o sinal amarelo. Começamos a nos preparar para enfrentar o coronavírus, pois sabíamos que mais cedo ou mais tarde ele chegaria ao Brasil”, afirmou. “Nosso ministro da Saúde reuniu-se com quase todos os secretários de Saúde dos Estados para que o planejamento estratégico de enfrentamento ao vírus fosse construído, e, desde então, o doutor Henrique Mandetta vem desempenhando um excelente trabalho de esclarecimento e preparação do SUS para o atendimento de possíveis vítimas”, continuou. Em seguida, Bolsonaro voltou a falar sobre um remédio que já existe no mercado, mas para o tratamento de outras enfermidades, que pode servir como a cura para o coronavírus, apesar de estudos em fase inicial. “Enquanto estou falando, o mundo busca um tratamento. O FDA americano e o hospital Albert Einstein, em São Paulo, buscam a comprovação da eficácia da cloroquina no tratamento do Covid-19. Nosso governo tem recebido notícias positivas sobre esse remédio fabricado no Brasil, largamente utilizado no combate à malária, ao lúpus e à artrite. Acredito em Deus, que capacitará cientistas e pesquisadores do Brasil e do mundo, na cura dessa doença”, completou, para encerrar o pronunciamento oficial agradecendo a todos os profissionais de saúde envolvidos no combate ao novo coronavírus.Desde quando resgatamos nossos irmãos em Wuhan, na China, em uma operação coordenada pelos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores, surgiu para nós um sinal amarelo. Começamos a nos preparar para enfrentar o coronavírus, pois sabíamos que mais cedo ou mais tarde ele chegaria ao Brasil. Nosso ministro da Saúde reuniu-se com quase todos os secretários de Saúde dos estados para que o planejamento estratégico de combate ao vírus fosse construído e, desde então, o doutor Henrique Mandetta vem desempenhando um excelente trabalho de esclarecimento e preparação do SUS para atendimento de possíveis vítimas. Mas, o que tínhamos que conter naquele momento era o pânico, a histeria.


23.03.20 BRASIL
1.960 INFECTADOS E 34 MORTOS PELO CORONAVÍRUS

As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até 21h00 desta segunda-feira (23), 1.960 casos confirmados de novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil em 26 estados e no Distrito Federal. Os números são os mesmos apresentados pelo Ministério da Saúde. O Ministério da Saúde atualizou seus números na tarde desta segunda-feira, informando que o Brasil registra 1.891 casos confirmados do novo coronavírus e que já foram registradas 34 mortes, 30 no estado de São Paulo e quatro no Rio de Janeiro.

Nesta segunda, o Pará notificou mais um caso, o Rio Grande do Norte chegou a 13 confirmados, e a Paraíba registrou o segundo caso. O Amazonas registrou mais seis casos confirmados, totalizando 32 infectados no estado. No fim da noite de domingo (22), o Rio Grande do Sul alcançou 85 casos, e o Distrito Federal contabilizou 134 pessoas com coronavírus até o momento. Já o número de casos no Paraná chegou a 60. Em Minas Gerais, agora são 128 casos da doença confirmados e o Rio de Janeiro alcançou 233 casos. O Acre teve um aumento de casos, de 11 para 17. O Rio Grande do Sul registra 90 casos da doença.

Casos confirmados do novo coronavírus no Brasil

Estado Secretarias da Saúde Ministério da Saúde
AC 17 11
AL 8 7
AP 1 1
AM 32 32
BA 63 63
CE 164 163
DF 146 133
ES 33 29
GO 23 23
MA 8 2
MT 6 2
MS 21 21
MG 128 128
PA 5 5
PB 2 2
PR 60 56
PE 42 42
PI 6 6
RJ 233 233
RN 13 13
RS 96 86
RO 3 3
RR 2 2
SC 86 68
SP 745 745
SE 10 10
TO 7 5
Total 1960 1891

Transmissão comunitária

O Ministério da Saúde declarou, na sexta-feira (20), que todo o território nacional está sob o status de transmissão comunitária do coronavírus Sars-Cov-2, responsável pela pandemia da doença Covid-19. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, sinalizou no mesmo dia que a previsão é que os casos da doença disparem em abril e que o sistema de saúde entre em colapso. A transmissão comunitária ou sustentada é aquela quando não é possível rastrear qual a origem da infecção, indicando que o vírus circula entre pessoas que não viajaram ou tiveram contato com quem esteve no exterior.

G1


19.03.20 – BRASIL 
647 CASOS DE CORONAVÍRUS EM 19.03.20

As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até 22h10 desta quinta-feira (18), 647 casos confirmados de novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil em 21 estados e no Distrito Federal. O último balanço do Ministério da Saúde, divulgado na tarde desta quinta, contabiliza 621 infectados. O Piauí identificou os três primeiros casos da doença no estado. Duas mortes foram confirmada no Rio de Janeiro nesta quinta-feira pela secretaria de Saúde. Em São Paulo, foram registradas cinco mortes até o momento pelo governo estadual, o que eleva ao total de óbitos no Brasil para sete. O Ministério da Saúde registrou quatro mortes em SP e duas no RJ. Também nesta quinta, a secretaria de Saúde de Alagoas atualizou o número de 1 para 4 casos. O Rio Grande do Sul registrou mais casos confirmados e agora registra 37 infectados. A secretaria de saúde do Paraná informou que o estado registra 23 casos. Em São Paulo, o número de casos confirmados do novo coronavírus aumentou de 240 para 286. Veja os números:

Casos confirmados do novo coronavírus no Brasil

Estado Secretarias da saúde Ministério da Saúde
AC 3 3
AL 4 4
AP 0 0
AM 3 3
BA 31 30
CE 24 20
DF 42 42
ES 13 11
GO 15 12
MA 0 0
MT 0 0
MS 9 7
MG 29 29
PA 1 1
PB 1 1
PR 23 23
PE 28 28
PI 3 0
RJ 66 65
RN 1 1
RS 37 28
RO 0 0
RR 0 0
SC 21 20
SP 286 286
SE 6 6
TO 1 1
Total 647 621

Situação no mundo

De acordo com informações da Organização Mundial da Saúde (atualizadas às 16h40 de quarta-feira), houve 207.855 casos confirmados e mais de 9.000 mortes por Covid-19 em 166 países e territórios. O balanço apontou que cerca de 34% das mortes estão concentradas em Hubei, província chinesa onde se iniciou o surto: lá, foram ao menos 3.130 vítimas fatais. A Itália aparece como o segundo país com mais mortes por novo coronavírus, são 2.978, 32% de todas as mortes no mundo.

A China anunciou nesta quinta-feira que, pela 1ª vez desde o início do surto, não registrou qualquer novo caso de transmissão local do novo coronavírus, mas teve 34 novos casos de infectados que vieram do exterior. Também nesta quinta, os governos da Austrália e da Nova Zelândia anunciaram a suspensão da entrada de pessoas não residentes no país, para reforçar as medidas destinadas a conter a propagação da pandemia de Covid-19. Até o momento, os países não determinaram o fechamento das escolas nem adotaram medidas de confinamento. A Austrália registra 642 casos confirmados do novo coronavírus e a Nova Zelândia, 28.

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, afirmou que não mudará agora o critério adotado na fase de mitigação, e só as pessoas com casos graves serão testadas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou, na última sexta-feira (13), que os países apliquem testes em massa para descobrir quem está infectado e isolar esses pacientes para “achatar a curva” da disseminação da doença Covid-19. O governo federal, que disse ter comprado kits da Fiocruz para 30 mil testes nos laboratórios públicos, disse que o objetivo da medida é economizar testes para as pessoas com complicações.

G1